13/8/2008
O preço do silêncio das corporações
Até onde deve ir a política do silêncio das empresas? Se algumas vezes o silêncio é fundamental para os negócios, outras ele pode ser um tiro no pé. Quando falar? Quando manter segredo? Quando o silêncio de uma empresa deixa de ser uma vantagem competitiva e passa a funcionar contra ela? Difícil decisão, mas, qualquer que seja, não deverá ser tomada sem a opinião de consultores de comunicação, além do departamento jurídico.
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5/8/2008
Comunicação sem complicação
Fui presenteada com o livro Comunicação Empresarial – Sem Complicação, de Gustavo Gomes de Matos. Gostei da proposta: simples, direto e descomplicado. Essa, aliás, é a tese que ele defende como a ideal para ser utilizada dentro das empresas. Impossível? Não. Tudo vai depender da qualidade do diálogo e do relacionamento humano.
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30/7/2008
O resgate do papel da imprensa
Muito corajoso e oportuno o artigo assinado pela jornalista Vera Brandimarte, diretora do jornal Valor Econômico, em O Globo, intitulado “A fábula do dr. Protógenes”. Vale a pena ler e guardar o artigo, já que ele resgata o DNA do trabalho da imprensa e seu papel numa democracia que se pretende moderna, como a brasileira.
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24/7/2008
Comunicação inconsciente
Nem sempre nos damos conta das formas subliminares de comunicação e da força que elas têm para criar percepções sobre a nossa imagem. É o que chamamos de “comunicação inconsciente”. É importante reconhecê-las em nosso dia-a-dia para tentar administrá-las a nosso favor, e não contra nós.
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16/7/2008
Todos de volta à escola
Situação interessante essa que vive o mercado de trabalho mundial. Tem emprego, mas não tem profissional! É, são sinais de que o modelo de profissional até então vigente de repente se esgotou, ressecou, desidratou-se. É preciso inventar outro. É preciso voltar aos bancos escolares.
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10/7/2008
Reaprender a se comunicar
O crescimento da chamada “rede social” tem empurrado as empresas, mesmo as mais modernas, a rever os modelos de comunicação com seus públicos. Está morta a época da comunicação superficial, estilo pastel de feira, com muita casca e pouco queijo. Ela saiu do controle e agora escorre solta pela empresa e sai dela ganhando vida própria, ritmo próprio, conteúdo próprio através das redes sociais. É preciso que as empresas reaprendam a se comunicar nesse novo contexto, urgentemente.
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25/6/2008
O rei está morto. Viva o rei!
Quando se fala na mídia impressa tradicional e na atuação das agências de propaganda, a primeira coisa que aparece é a sobrevivência de ambos num futuro próximo. Muitos já decidiram que o jornalismo impresso está enterrado e que as agências de propaganda moram na cova ao lado. Há os que apostam na mudança de ambos, investindo no mundo virtual e interativo para sobreviver. Duas matérias importantes na Folha de S.Paulo comentam o assunto e são importantes para nosso entendimento.
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18/6/2008
Comunicação em várias línguas
Aqui no Chile, a imprensa vem dando certo destaque às novas exigências do mundo corporativo quanto ao perfil dos executivos. As empresas de headhunters estão preocupadas, pois uma das principias exigências do mercado não consegue ser atendida: os executivos chilenos, em sua maioria, não fala inglês. Os jornais chilenos passaram a incentivar o estudo da língua, apesar da resistência.
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11/6/2008
A mídia e o boom imobiliário
Um alento ao pesado dia-a-dia dos departamentos comerciais dos jornais brasileiros: o boom do mercado imobiliário. Até quando, não se sabe, mas como diria Vinicius de Morais, “é eterno enquanto dure”.
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3/6/2008
TVE: regras rígidas para sua publicidade
Publicidade nas TVs Educativas: vale ou não? Esse é um tema que é recorrente. Afinal, as TVEs são públicas! Será que devem estar abertas à publicidade? O que isso mudaria na sua missão básica de educar? Estaria ela submetida aos interesses dos patrocinadores em detrimento de sua tarefa fundamental?
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28/5/2008
Nova lei de imprensa: um bem ou um mal?
Entidades que representam o setor no Brasil – ABI, ANJ, SIP E ANER – realizaram um evento onde foi discutida (e reafirmada) a importância da liberdade de imprensa para uma sociedade democrática. Algumas questões decorrentes dessa postura, como a criação ou não de uma nova Lei de Imprensa, foram muito debatidas fazendo vir à tona alguns pontos interessantes.
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20/5/2008
Há limites para a publicidade?
Um artigo de Gilberto Dupas, no O Estado de S. Paulo, coloca luzes sobre a questão da liberdade de expressão e dos limites à atuação publicitária. Limitar a propaganda é tirar a liberdade do indivíduo? O debate está aberto....E você, o que acha?
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13/5/2008
Cidadão-eleitor: prossumidor consciente

O termo criado por Alvin Toffler na década de 70 – prossumidor – está mais atual do que nunca. Uma mistura de produtor de conteúdo e consumidor desse mesmo conteúdo, o prossumidor é mais do que um simples observador. Ele fiscaliza, cobra, exige das empresas e dos políticos. Quer ver um exemplo muito atual?? Leia a história do Sr. Adalberto Santana de Andrade.

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7/5/2008
Marca ou produto: o que compramos?
Parece uma discussão óbvia, certo? Mas meu sábio avô já dizia que o que parece, nem sempre é... Portanto, vou me permitir voltar ao tema, sem receio de me repetir, afinal, a redundância geralmente dá certo na comunicação. Desta vez, vou citar o artigo, “O Poder das Marcas sobre os Produtos”, de Paulo Gregoraci, no Jornal do Comércio de Porto Alegre. Ele é o presidente de operações, atendimento e mídia da agência W/Brasil.
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29/4/2008
Convergência e baboseiras no jornalismo

O artigo recente de Ethevaldo Siqueira, no O Estado de S.Paulo, sintetiza o sentimento que muitos de nós temos desenvolvido observando o que se passa na discussão sobre a mídia. Otimista como sempre na questão da convergência dos meios de comunicação, Ethevaldo mostra certo ceticismo com relação à qualidade do conteúdo produzido pelos “repórteres virtuais". Ele aproveita e aponta que a questão da qualidade do conteúdo merece estar num novo patamar de discussão.

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23/4/2008
Quem é dono da verdade?

Você consegue responder a essa pergunta, de verdade??? A verdade é conquistada ou pode ser imposta?? Essas são as perguntas que Eugênio Bucci. Doutor em Ciências da Comunicação da USP faz em seu artigo “Comunicação é diálogo” . Vale à pena conversar sobre um tema que parece óbvio, mas que ainda causa problemas às corporações na comunicação com seus públicos.

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16/4/2008
Relatório: velha e nova mídia
O relatório The State of the News Media de 2008 acaba de sair e mereceu uma análise interessante de Eugênio Bucci, doutor em Ciências da Comunicação e articulista do OESP e do portal do Observatório da Imprensa. Nessa análise, alguns mitos caem e outros nascem. Importante compartilhar com vocês o pensamento dele.
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7/4/2008
O perigo do marketing verde

É impressionante a facilidade com que palavras e marcas no Brasil caem no esquecimento pelo seu mau uso e banalização. É o caso da palavra sustentabilidade. Não é difícil encontrar em cada esquina um “consultor em sustentabilidade” que acha que “domina” o assunto. Todos conhecemos os resultados: muito dinheiro das empresas no chamado marketing verde e pouca credibilidade da opinião pública.

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2/4/2008
A linguagem dos empresários

Uma linguagem muito especial, focada em resultados tangíveis. Essa é a língua que os empresários entendem, mesmo quando se trata de argumentar o intangível. Para os profissionais de comunicação a maior dificuldade é demonstrar aos empresários o quanto a comunicação cooporativa influencia diretamente em seus negócios. Temas como meio ambiente e aquecimento global, por exemplo, sempre ficaram para o fim das reuniões. Mas não se desesperem! Talvez a cavalaria esteja chegando!

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26/3/2008
Rede: o fim dos intermediários

A discussão sobre a velha e a nova mídia ganha um polêmico debatedor italiano que tem dedicado sua vida a criticar os governos, as máquinas públicas e sua ineficiência. Trata-se um comediante italiano – Beppe Grillo – cuja maior alegria é agitar a política do seu país através de seu superbadalado blog.

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20/3/2008
O peso da reputação no valor da marca

Administração de reputação – essa é a mais recente especialidade em comunicação corporativa que vem sendo impulsionada pela necessidade que as empresas de capital aberto têm de comunicar aos seus investidores seu DNA. Já está provado que os chamados “intangíveis” são ativos que influenciam o valor das ações e que a credibilidade de uma marca é fator decisivo para definir para onde vão os investimentos.

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5/3/2008
Os prossumidores e o trânsito de Toronto

Tudo aconteceu numa das cidades mais evoluídas da América do Norte: Toronto, no Canadá. Uma experiência corajosa de um órgão público demonstra a inevitável interferência dos “prosumidores” nos modelos de gestão e na comunicação de suas marcas favoritas. Isso não é necessariamente uma notícia ruim. Pode dar muito certo, se as marcas estiverem abertas a essa interferência.

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27/2/2008
Comunicação alinhada: palavra de ordem

A revista Advertising Age faz uma previsão para 2008 que vem confirmar tudo o que defendemos há mais de 10 anos: a importância de manter um alinhamento em toda a comunicação das marcas. Isso vale desde a publicidade, passando pelo marketing e terminando nas atividades de comunicação interna, relações públicas e relações com a mídia. Quem fará tudo isso?

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21/2/2008
Conhecemos nosso mercado?

Os números sempre nos dizem algo sobre o tamanho do mercado onde atuamos. Importante ouvi-los, entendê-los. O problema, no entanto, ainda continua sendo onde e de que forma buscar esses números. Felizmente, nos últimos anos a história do mercado de comunicação corporativa vem sendo registrada com mais precisão, mas ainda falta muito para amadurecermos a prática da precisão de dados

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13/2/2008
A política e o poder da palavra

O mundo segue com atenção as estratégias de comunicação por trás dos candidatos à presidência dos Estados Unidos. Afinal, trata-se da escolha do homem (ou da mulher) mais poderoso(a) do planeta. Há muitos anos não se via uma disputa tão inflamada, onde cada discurso tem o poder de conquistar ou perder votos sagrados, todos os dias. Mas, afinal, na era do YouTube, qual é o peso de um grande discurso na decisão final dos votos?

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6/2/2008
Inteligência social

O receio de um mundo onde os negócios seriam dominados por uma “inteligência artificial”, estilo Matrix, vem sendo substituído pela presença marcante e inegável da “inteligência social” como ferramenta poderosa de comunicação e de relacionamento. Uma ferramenta ainda pouco valorizada pelas empresas. Esse foi o ponto principal dos debates do “Dossiê: Inteligência Coletiva nas Redes”, promovido pelo HSM.

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30/1/2008
E agora, mané?

Você, profissional de comunicação corporativa, está pronto para orientar seu cliente a se relacionar com o novo consumidor que vem por aí? Falo do consumidor 2.0, parte de uma imensa comunidade pronta para depor a favor ou contra você e sua empresa. Você o conhece? Já o viu de perto? Sabe o que ele pensa?

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22/1/2008
Comunicação financeira e a imprensa

Ainda há alguma resistência por parte das empresas de capital aberto em falar com a imprensa. Quando os profissionais de comunicação propõem isso, a reação é, em geral, negativa. Alguns arriscam um “... o que fazer? É um mal necessário!”. Numa parte eles têm razão: é absolutamente necessário esse procedimento. No entanto, não precisa ser um “mal”.

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16/1/2008
Mídia americana: o novo contra o óbvio
Um artigo interessante do Le Monde Diplomatique Brasil mostra como a grande e tradicional mídia americana pode se tornar refém da mídia independente, nascida sem o controle de grupos financeiros e de interesses particulares. O programa Democracy Now! começa a incomodar os grandes conglomerados de mídia dos Estados Unidos. Conheça a história.
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9/1/2008
Rádio: a velha mídia ainda vale
E vale muito! Se considerarmos que o Brasil abriga muitos “brasis” vivendo ao mesmo tempo diferentes estágios de desenvolvimento, fica mais fácil abandonar atitudes mais sectárias e, sem medo de parecer ultrapassado, valorizar e aconselhar o uso da velha mídia. Já pensou nisso quando sugere ao cliente os canais mais adequados para suas estratégias de comunicação?
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26/12/2007
Riscos – A gestão do extremo

Nassim Nicholas Taleb, professor e trader da bolsa de valores, é um dos mais polêmicos autores e dos mais vendidos atualmente nos EUA, ocupando o segundo lugar pela Revista Business Week com seu livro “O Cisne Negro:  O Impacto do Altamente Improvável”. As idéias de Taleb caminham na contra-mão das teorias atuais que se apóiam no conhecido para planejar futuras decisões. Ele falou para a Revista Management de suas ousadas colocações.

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20/12/2007
Por dentro da comunicação corporativa

Confira uma conversa sobre conceitos e tendências da comunicação corporativa em entrevista ao jornalista Mauricio Curi, do Wiki Knowledges da Educartis do Brasil.

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11/12/2007
A credibilidade muda de lugar
A Edelman vem acompanhando as percepções dos formadores de opinião do mundo inteiro por meio de um estudo interessante que já está no seu oitavo ano – o Trust Barometer, que mede o nível de confiança e credibilidade das instituições sociais. Trata-se um tema fundamental para quem exerce a Comunicação Corporativa e para quem entende que reputação é o bem maior que pessoas físicas e jurídicas carregam pela vida afora.
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4/12/2007
Contar histórias como Don Quixote
No jornal El País li uma reportagem interessante com um assessor de comunicação conhecido em Madri, Antonio Núñez. Ela falava sobre o perfil de comunicação ideal para os modernos políticos e para as empresas e instituições que querem sobreviver no século XXI. Aqui vai um resumo.
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6/11/2007
Ceticismo saudável
Você deve lembrar do ditado marqueteiro segundo o qual “não basta ser, tem que parecer”. Pois é, parece que as coisas mudaram. Em vez do marketing de superfície, as empresas devem brigar pelo marketing de essência. E é aí que entra o papel mais importante dos profissionais de Comunicação Corporativa: sensibilizar seus clientes para a nova postura que o mercado espera, ajudando-os a encontrar a coerência entre discurso e ação não apenas no processo de comunicação, mas também na gestão.
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30/10/2007
O tapete de Penélope
O caso Cisco, da mesma forma que anos atrás o caso Enron, marca novas fronteiras entre os bens tangíveis e os intangíveis de uma corporação. Em ambos os casos, o bem mais precioso dessas empresas, ou seja, a reputação da marca foi profundamente afetado pela má gestão financeira e de comunicação.
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10/10/2007
Corra atrás do seu e-mail
Nasce nos Estados Unidos um movimento contra a troca de e-mails entre funcionários de uma mesma empresa. Trata-se do “Sexta-feira sem e-mail”, criado por organizações preocupadas com o isolamento de seus empregados durante o trabalho. Querem recuperar o bom e velho papo entre colegas. Eu criei um movimento parecido: “Corra atrás do seu e-mail”.
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3/10/2007
O homem, a informação e o mundo 2.0
A discussão sobre o futuro da imprensa no Brasil está apenas no início e já encontra muitos adeptos. Seminários, artigos e debates se multiplicam na tentativa de encontrar, lá fora, exemplos que possam servir de inspiração para um novo modelo de negócio para a imprensa tradicional brasileira. Matias Molina, jornalista e analista dos meios de comunicação no Brasil, nos ajuda a entender melhor o que está mudando.
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Enquete
Você concorda com a opinião do psicoterapeuta Luiz Cuschnir (ao lado, em “Mulheres: como se comunicar com elas?”) sobre a alma feminina?
Destaques
Frase
Na tentativa contínua do homem de entender sua relação com o tempo, os pensadores, poetas e artistas acabaram produzindo pensamentos que nos ajudam nesse desafio humano que não cessa nos tempos modernos, apenas muda de forma. Escolhi uma frase de Carlos Drummond de Andrade.
Diálogo
Um texto interessante caiu em minhas mãos (literalmente) enquanto eu estava num táxi, parada no semáforo. Li o artigo escrito por Anderson Rocha e gostei muito. O título é “Como falar o que está engasgado”. Vamos ver do que se trata.
Roda de conversa
por Gustavo Gomes Matos

Do lado de dentro é que estão as respostas para o lado de fora.

Coisas para ler
Trabalhar sem perder o equilíbrio
Livro está fazendo sucesso entre os executivos que pretendem permanecer "zen" apesar de tudo, incluindo o chefe.
Gerenciando energia e não o tempo
J. Loehr e T. Schwartz desmistificam a "verdade" segundo a qual gerenciar tempo é a única saída para aumentar a produtividade de uma organização.
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